quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Empoderamento! Google quer levar mais mulheres ao mundo da programação

Oiii pessoal, aqui é a Giih, tudo bom? Vim trazer uma notícia muito legal para nós, mulheres, olha que ideia genial!

Imagine um mundo onde apenas vinte por cento das mulheres soubessem escrever? Quão limitada seria nossa sociedade diante desse fato? Partindo dessa premissa que a CEO do Youtube, Susan Wojcicki anunciou em seu blog a participação do projeto Made With Code. O anúncio foi no Youtube no Global Citizen Festival, um festival de música que aconteceu em Nova York em 24 de setembro, com duração de 1 dia e que tem Chris Martin do Coldplay como diretor criativo.

O site do projeto Made With Code, oferece tutoriais e ferramentas para ensinar programação a meninas, além das ferramentas desenvolvidas em sintonia com o festival de música, muitas outras estão disponíveis ampliando a gama de recursos disponíveis às futuras programadoras.

Também são divulgados times de desenvolvimento formados através do projeto e agenda de eventos que as interessadas podem participar ao desenvolver seu primeiro aplicativo.

O que é Made With Code?

O site, somente em inglês, oferece bastante interatividade com ferramentas do tipo arrastar-e-soltar que simula a construção de aplicativos aproveitando para ensinar conceitos de programação e design, tudo voltado ao público jovem feminino. O site oferece também um kit, chamado PARTY KIT que se trata de um arquivo pdf com material institucional do site.

O Google afirma que desde 2010 investiu 40 milhões de dólares para aumentar a diversidade em Ciência da Computação apoiando organizações como Code.org (site em português), Girls Who Code, NCWIT e Black Girls Code e planeja investir 50 milhões de dólares nos próximos 03 anos para aumentar esses esforços.

Mulheres que codificam

Foi lançado também um vídeo institucional no Youtube (em inglês), que você pode conferir abaixo, para promover a iniciativa e contar a história de mulheres que, através da programação, mudaram a vida de outras mulheres ao desenvolver aplicativos para ajudá-las a conectar-se, a denunciar uma agressão ou ajudar ao próximo.

Como participar?

Basta acessar o site e seguir as instruções não é necessário cadastro e é possível interagir livremente com as ferramentas. Se quiser se aprofundar mais ou participar de algum concurso ou equipe de desenvolvimento também é possível através do site, é uma pena não haver tradução para o português, mas afinal para trabalhar com códigos o inglês realmente é imprescindível.

Quem trabalha na área de TI ou faz faculdade sabe como é, mulheres são realmente minoria, através dessa postagem o Google se posiciona fortemente em favor da inclusão de mulheres na criação de códigos que se tornarão os aplicativos que todos amamos. O que você achou da iniciativa do Google? Será que vai dar certo? Tomara que sim!








Fonte: http://www.tecmundo.com.br/desenvolvimento/110716-empoderamento-google-quer-levar-mulheres-mundo-programacao.htm?utm_source=tecmundo.com.br&utm_medium=home&utm_campaign=ultimasnoticias

Polêmica: Clientes dizem que Samsung não quer pagar por danos causados pelo Note 7



Ficaram sabendo da novela da Samsung com o Note 7, né? Pois é... Uma vergonha para uma empresa de tecnologia desse porte... E agora mais essa: alguns clientes reclamam que ela não quer pagar pelos danos causados a eles! 

O Galaxy Note 7 não é mais vendido e nem fabricado, mas continua dando dor de cabeça para a Samsung. Clientes da marca coreana têm criticado a empresa por estar supostamente dificultando, ou ter se negado a pagar por danos causados por unidades explosivas do smartphone.

John Barwick, um consumidor da empresa que mora nos Estados Unidos, contou ao jornal The Guardian sobre sua experiência com um Note 7. Ele diz que a Samsung se prontificou a reembolsá-lo pelo dispositivo, mas que não quis pagar pelos itens que o fogo do celular acabou alcançando.

"Eles me disseram que não iriam pagar os custos para trocar meus itens danificados", explicou Barwick. Segundo ele, o Galaxy Note 7 explodiu durante a madrugada e queimou parte da sua cômoda, além de respingar compostos químicos na sua cama, carpete e cortina.

Ainda de acordo com Barwick, o prejuízo total pode chegar a US$ 9 mil (mais de R$ 28 mil em conversão direta), mas a Samsung teria se recusado a pagar. "Não estamos pedindo uma quantidade muito grande de dinheiro para ficarmos ricos com isso. Só queremos ser ressarcidos", disse.

Wesley Hartzog, outro consumidor insatisfeito, fez críticas semelhantes. O norte-americano, que trabalha como bombeiro, disse que uma explosão do Note 7 pode ter desencadeado o fogo que destruiu parte de sua garagem, danificando diversos equipamentos, uma moto, uma bicicleta e até uma herança de família.

Um outro usuário do Note 7, Shawn Minter, contou uma história semelhante em entrevista ao The Guardian. Ele disse que a Samsung demorou para respondê-lo a respeito do aparelho que, pegando fogo, danificou o tampo da sua mesa de trabalho.

Quando finalmente responderam, representantes da Samsung "estavam interessados apenas em retirar o celular", contou Minter, sem dizer se pagariam pelos bens danificados ou dar mais detalhes sobre o reembolso. "Depois que disse a eles que levaria o aparelho para o CPSC [órgão de defesa do consumidor nos EUA], eles não responderam mais".


Apesar das críticas, a Samsung continua operando para tirar de circulação o maior número possível de smartphones potencialmente defeituosos. A empresa chegou a montar postos de atendimento em aeroportos dos EUA para receber e já reembolsar o usuário que aparecer no local com um Note 7. A representação da empresa no país não se posicionou sobre as críticas desses clientes.


-Hian



Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/noticia/clientes-dizem-que-samsung-nao-quer-pagar-por-danos-causados-pelo-note-7/63190